O governo do Estado anunciou a abertura de concurso público para a a Invest Santa Catarina, antiga SC Participações e Parcerias, focada na atração de investimentos e na internacionalização.
As inscrições podem ser feitas até 16 de abril na página da Fepese. O edital prevê a contratação de 10 profissionais, com salários entre R$ 7.683,71 e R$ 10.333,78. São vagas de analistas de negócios (7), analistas administrativos (2) e analista contábil (1).
“O concurso representa um passo estruturante no processo de evolução da InvestSC”, afirma o presidente Renato Lacerda.
Segundo o Executivo, na área de PPPs e concessões, a InvestSC viabilizou, em 2024, a primeira PPP do Estado de Santa Catarina, do aeroporto de Jaguaruna, e em 2025, o leilão do maior contrato de PPP social do país, do Complexo Prisional de Blumenau.
Na atração de investimentos, participou recentemente da articulação para o investimento de R$ 200 milhões da rede de resorts Vila Galé em Florianópolis.
PRAIA BRAVA
Projeto de requalificação das vias e acessos à orla da Praia Brava, com humanização dos espaços para pedestres, prevê a redução de 200 a 300 vagas de estacionamento – medida que vem causando discussão entre moradores. A preocupação é se essa redução drástica não vai restringir o uso da orla aos residentes e donos de imóveis.
Além disso, existe receio de possíveis impactos econômicos negativos, especialmente aos pequenos negócios e quiosques. Também já chegou à prefeitura um questionamento sobre estudos para eventual aumento da frequência das linhas de ônibus convencionais e executivas. O argumento é que Florianópolis, destino turístico, deve facilitar o acesso às praias e não o contrário.
Na galeria abaixo, algumas imagens do projeto da praia do Norte da Ilha de SC
CÃES DE GUARDA
A vereadora Priscila Fernandes (PSD) apresentou um projeto de lei que proíbe a prestação de serviços de cães de guarda “como instrumento de vigilância patrimonial com fins lucrativos ” em Florianópolis.
“É comum que cães utilizados para guarda sejam mantidos em isolamento prolongado, sem socialização, com restrição de mobilidade e, em muitos casos, sem condições adequadas de abrigo, alimentação e acompanhamento veterinário, o que pode caracterizar maus-tratos”, justifica.
A vereadora explica que “a proposta não impede o uso de cães em atividades de segurança devidamente regulamentadas e acompanhadas por profissionais habilitados, mas apenas veda sua exploração comercial como instrumento de vigilância isolada”.





