Desde que desembarcou no antigo PR, hoje PL, Jorginho Mello ganhou uma cópia da chave e a bênção do chefão do partido, Valdemar da Costa Neto. E, ao que tudo indica, a chave continua no mesmo bolso até 2026.

Uma conversa na tarde desta quarta-feira, em Brasília, encerrou mais um capítulo da novela das especulações sobre vice e Senado. Jorginho ouviu de Valdemar, sem rodeios: “Em Santa Catarina é contigo.”
Valdemar tem organizado o tabuleiro nacional do PL, com foco especial na candidatura de Flávio Bolsonaro e vê Santa Catarina como território estratégico, mas a escolha do vice do Novo pelo governador selou uma frente ampla da direita catarinense. Essa vaga, segundo o próprio Jorginho, está assinada, registrada e passada em cartório político.
Para o Senado, o governador também não faz muito mistério. Uma das cadeiras tem nome e sobrenome: Carlos Bolsonaro. A outra, no entorno do governo, é tratada como questão de tempo, para Carol de Toni.
A reunião entre o Jorginho e Valdemar ocorreu após a informação divulgada pelo portal Metrópoles de que o presidente nacional do PL havia oferecido a vaga de vice a Carol de Toni, na pré-candidatura de Jorginho, para que o senador Esperidião Amin pudesse ser acomodado na chapa. Carol negou a oferta.
Por enquanto, fica tudo como está(va). Segue o baile.





